quarta-feira, 25 de julho de 2012

Coletivo GRIOT: Memórias do Jongo*

Coletivo GRIOT: Memórias do Jongo*: MEMÓRIA POR UM FIO :   AS GRAVAÇÕES HISTÓRICAS DE STANLEY J. STEIN   O Jongo , também conhecido como caxambu ou tambu, é uma dança...

I Curso de Formação de Líderes Afrodescendentse do Brasi

O “I Curso de Formação de Líderes Afrodescendentes do Brasil – Região Sudeste – Estado de São Paulo” ocorrerá entre os dias 04, 05 e 06 de setembro de 2012 na cidade de São Paulo. O curso tem por objetivo formar 50 (cinquenta) representantes ligados a organizações e/ou comunidades afrodescendentes do Estado de São Paulo, com potencial de replicar os conhecimentos adquiridos no curso, a fim de promover uma maior participação e incidência politica deste segmento populacional nos organismos internacionais de nível interamericano, sub-regional, nacional e local.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Coletivo GRIOT: II ART FESTIVAL - GRIOT em 2º lugar!

Coletivo GRIOT: II ART FESTIVAL - GRIOT em 2º lugar!: II ART FESTIVAL - Festival de Dança Estudantil de J. Esperança GRIOT em 2º lugar! O "GRIOT Constrindo saberes" ficou em 2º lugar com...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Morre o autor do Hino à Negritude o poeta e professor Eduardo de Oliveira

Comunicamos o falecimento do Professor Eduardo de Oliveira nesta tarde, 12/07/2012, no Hospital do Servidor Público Estadual.

Paulista. Nascido em 1926. Professor, conferencista, político. Autor de Banzo, 1965; Gestas Líricas da Negritude, 1967; Evangelho da Solidão, 1970; Hino à Negritude 2009. Fundador e presidente do Congresso Nacional Afro-Brasileiro (CNAB) .

Velório do Professor Eduardo de Oliveira será na Câmara Municipal de São Paulo sito Viaduto Jacareí nº 100 a partir das 21h.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Coletivo GRIOT: DOCUMENTO GRIOT

Coletivo GRIOT: DOCUMENTO GRIOT: O TERMO GRIOT Nomes Afro e Africanos e Seus Significados Curtiu  ·  6 de Junho   GRIOTS - OS GUARDIÕES D...

Coletivo GRIOT: Homenagem ao GRIOT e palestra sobre Pedofilia com ...

Coletivo GRIOT: Homenagem ao GRIOT e palestra sobre Pedofilia com ...: Teve como pauta: a posse de Paulo da Silveira (Cadeira 13) representado pelo acadêmico Djalma da Cunha (Vice-presidente da Academia de Ar...

terça-feira, 3 de julho de 2012

Comissão aprova cota racial e social para 50% das vagas em federais

Regra valerá para aluno que tenha feito todo ensino médio na rede pública.
Agora, texto segue para votação em plenário e para sanção presidencial.


Relator da proposta de cotas, senador Paulo Paim (PT-RS) tira fotos com estudantes presentes à comissão.

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira (28) projeto de lei que reserva 50% das vagas em universidades federais para alunos que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas. O projeto combina cota racial e social. Agora, o texto segue para votação no plenário e depois para sanção presidencial.
As vagas reservadas serão preenchidas de acordo com a proporção de negros, pardos e índios na população de cada unidade da federação onde está instalada a instituição de ensino. O restante da cota será distribuído entre os demais alunos que cursaram o ensino médio em escola pública. 
 
Isso significa que, em um estado com maior percentual de negros, como a Bahia, mais estudantes negros entrarão nas vagas reservadas.

Ainda de acordo com a proposta, no mínimo metade das vagas reservadas (25% do total de vagas) deverão ser destinadas a estudantes de escola pública oriundos de famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita.

As universidades deverão selecionar os alunos de instituições públicas com base no coeficiente de rendimento. O texto diz ainda que 50% das vagas em instituições técnicas federais deverão ser preenchidas por quem cursou o ensino fundamental em escolas públicas. Também neste caso, metade da cota será destinada a alunos advindos de famílias de baixa renda.

A proposta exige que as instituições ofereçam pelo menos 25% da reserva de vagas prevista na lei a cada ano, a partir de sua publicação no Diário Oficial, e terão prazo de quatro anos para o cumprimento integral das novas regras.

A reunião da Comissão de Direitos Humanos foi acompanhada por estudantes de escolas públicas, que defendem as cotas sociais em substituição das cotas exclusivamente raciais.